
CRÔNICA
O cronista Alcione Araujo compartilha uma lição aprendida com um amigo. “A cabeça aventureira, incendiária e nômade daquele homem fascinava o garoto pacato e delirante que eu era.”
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RESENHA
Nesta edição, texto de Graciela Bittencourt sobre o livro Viva Favela e de Henrique Cunha Junior sobre o livro Quilombos – Geografia africana, cartografia étnica e territórios tradicionais.
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ENTREVISTA - ITAMAR SILVA
Nesta entrevista à DV, o jornalista e líder comunitário Itamar Silva, que há cinco anos é um dos coordenadores do Ibase, revela traços de sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela atuação como ativista social e defensor dos direitos humanos da população de favelas da cidade.
Confira a entrevista
INTERNACIONAL
O artigo mostra como iniciativas de apoio a Palestina não necessariamente refletem as necessidade do povo palestino, mas intenções de controle internacional. Confira o artigo “Palestina, Democracia a serviço de quem?”, do coordenador da Campanha Popular Palestina contra o Muro do Apartheid, Jamal Juma.
Palestina, democracia a serviço de quem?
CULTURA
"Ver os outros passando fome incomoda, sobretudo quando quem passa fome deixa de ser anônimo. A dramaturgia da miséria nos força a reconhecer o terrível papel que a nossa própria indiferença tem na perpetuação de problemas como o da insegurança alimentar.” Confira o artigo do cineasta José Padilha. Leia também a crítica da jornalista Flávia Mattar sobre o filme “Garapa: além dos relatos”.
Sobre a representação da fome e da arte
ARTIGO
O professor do NETCCON.ECO.UFRJ, Evandro Vieira Ouriques, apresenta nesta edição da revista Democracia Viva o conceito Território Mental, que vai nos fazer refletir sobre as formas como nos comunicamos: “Desde a década de 1960 persisto em que a questão central da teoria e da ação social é a fonte de referência que o indivíduo, parceiros, associados, grupo, comunidade, rede, movimento e organização utilizam para a decisão comunicativa, que é sempre e apenas política, uma vez que sua ação é definida pelos valores nos quais ele se referencia, consciente ou inconscientemente. Portanto do domínio do que ocorre em seu território mental”. Confira o artigo.
Território Mental: o nó górdio da democracia
ARTIGO
“Ao se focar equivocadamente o debate, perde-se a oportunidade de discutir sobre qual reforma agrária nos entendemos ou divergimos. Ou, ainda, se é possível e necessário ser feita alguma reforma agrária e qual. A crise do capital muda alguma coisa? A persistência de mobilizações, acampamentos e conflitos no campo sinaliza o quê? O sistema predatório do agronegócio é sustentável?” Confira o artigo “Obstáculos e possibilidades da reforma agráriado”, do ex-presidente do Incra e atual diretor da Abra e coordenador do Núcleo Agrário Nacional do PT, Osvaldo Russo.
“Obstáculos e possibilidades da reforma agráriado”
NACIONAL
“Agora, as mudanças no campo para combater a pobreza, a desigualdade e a concentração de riquezas dependem de mudança não só da propriedade da terra, mas também do modelo de produção. Se os inimigos são também as empresas internacionalizadas, que dominam os mercados mundiais, significa também que os camponeses dependerão cada vez mais das alianças com os trabalhadores da cidade para poder avançar nas suas conquistas. Felizmente, o MST adquiriu experiência nestes 25 anos: sabedoria necessária para desenvolver novos métodos e novas formas de luta de massa que possam resolver os problemas do povo.” Confira o artigo “MST: 25 anos de teimosia”, do integrante da coordenação nacional do MST, João Pedro Stedile.
“MST: 25 anos de teimosia”
ENTREVISTA
Ele é uma dessas figuras com quem desejamos passar a tarde toda proseando. Cheio de causos e bom humor, transmite a imagem de um homem tranquilo, daqueles que ficam sentados na frente da casa vendo a vida passar. Lêdo engano. Mané, como gosta de ser chamado, é cabra forte. Muito politizado, tem sua vida perpassada por lutas fundamentais, como pela reforma agrária e pelos direitos dos trabalhadores. Confira a entrevista com Manoel da Conceição.
Confira a entrevista
DEBATE
Toda sociedade democrática ganha com debates aprofundados, principalmente sobre questões que lhe são fundamentais. É por isso que a Democracia Viva promove o diálogo de dois pontos de vistas distintos sobre o tema do aborto, um dos mais acalorados em nossa sociedade. Leia o debate com textos de Nancy Cardoso Pereira, da Orgasmização e Organização de Mulheres pelo Direito de Decidir e de Eva Aparecida Rezende de Moraes, Doutora em Teologia pela PUC-Rio.
Debate
ARTIGO
O jornalista Mario Osava, volta 40 anos depois aos dois países e constata que "ainda mantêm internamente, cada qual a seu modo, muito do clima de quatro décadas atrás". Ele compara os dois países com os olhos mais maduros, um pouco mais distantes das "paixões revolucionárias" que o tomaram na visita pela primeira vez.
Cuba e Colômbia, países parados no tempo - Anotações de uma revisita
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